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Boa noite! Hoje é Sexta-feira, 17/11/2017

Oscar Schmidt

Oscar Schmidt, o nosso craque do basquete, o 'Mão Santa', nasceu em 16 de fevereiro de 1958, em Natal no Rio Grande do Norte, e tem dois filhos, Felipe e Stéphanie.

Para ele quem pode ser considerado um cestinha na cozinha é sua mulher, a Cristina. Ela faz muita coisa gostosa, principalmente doces e massas.

Oscar confessa que exageros gastronômicos fizeram sempre parte de sua vida.
 —'Uma vez comi 66 bombons de um dia para o outro e é claro fiquei doente'.

Ele brinca que seu apetite era proporcional ao tamanho, diz que era muito guloso na época de moleque e foi assim até os 20 anos.
—'Nunca vi ninguém que comesse tanto. Devorava duas pizzas gigantes, o que eqüivale a uns 20 pedaços, com 12 refrigerantes. Traçava duas latas de pêssego em calda tranqüilamente, uma lata inteira de goiabada ia de uma vez só.
Era capaz de comer oito pratos de espaguete! Nessa época, não engordava nada.
Graças a Deus meu apetite diminuiu, se continuasse daquele jeito, seria uma baleia, porque agora engordo. Hoje, 4 ou 5 pedaços de pizza me satisfazem, e até faço alguma dieta'.

Para Oscar, abrir a geladeira e ter 2 potes de 1/2 kg de sorvete de sua marca preferida, um de chocolate e outro de baunilha com amêndoas, é uma jogada de campeão na cozinha.

'O melhor almoço em dia de partida é uma massa com um franguinho simples, na brasa.
Perto da hora de entrar na quadra, tomo meu café com leite com pão e manteiga ou bolinhos.
Sou viciado em café com leite. Não cafezinho; café com leite mesmo.
É por isso que, para mim, as melhores refeições são o café da manhã e o lanche da tarde, e depois do almoço e do jantar, sabem o que eu faço? Tomo uma média (café com leite)', Diz satisfeito nosso atleta.

Oscar recentemente passou por uma grande emoção, jogando com seu filho Felipe, de 16 anos, que agora voltou para os Estados Unidos, onde estuda.
— Foi maravilhoso jogar ao lado dele. Eu esperava, por isso há muitos anos. Vou sentir saudade destes momentos porque só vamos poder voltar a jogar juntos em peladas. Foi demais! - afirmou Oscar.

Felipe disse que também não vai esquecer a experiência: - Vi o quanto isto significou para o meu pai. Foi ao mesmo tempo estranho e emocionante.
 
Uma vitória dessa se comemora com pizza de mussarela, mas as mágoas de uma derrota não dá para afogar em um bom prato, não tem nem comida, nem bebida que seja eficiente, afirma Oscar, e sorte dele, nossa, e de todo o Brasil que a maioria consagradora de suas jogadas são só comemoração!

OSCAR SCHMIDT - Destaques  
 
Com 2,04 m de altura e 107 kg, Oscar Daniel Bezerra Schmidt é uma das maiores estrelas do basquete mundial. Começou a jogar com 13 anos, em Brasília. Já media então 1,90 m.
Com apenas 19 anos passou a integrar a seleção e foi campeão sul-americano. No ano seguinte, conquistou a medalha de bronze com o Brasil no mundial nas Filipinas.
 Oscar foi pela 3º vez o cestinha das olimpíadas tornando-se o primeiro atleta a superar a marca dos 1.000 pontos em Olimpíadas - precisamente 1.093.

1º jogo oficial 1976 - pelo Palmeiras em São Paulo 
1º jogo oficial pela seleção  1977 - Brasil 132 x 55 Colômbia Sul-americano, em Valdívia (CHI)
Último jogo pela seleção 1996 - Brasil 72 x 91 Grécia Olimpíada, em Atlanta (EUA)
1º título 1974 - Campeão Paulista pelo Palmeiras
Último título 1996 - Campeão Brasileiro pelo Corinthians (SP)
1º título pela seleção 1977 - Sul-americano em Valdívia (CHI)
Último título 1996 - Campeão Brasileiro pelo Corinthians (SP)
Último título pela seleção 1996 - Torneio da China em Pequim (CHN)
Recorde de pontos num jogo 74 - pelo Barueri/Bandeirantes, em 1997 em São Paulo.
Recorde de 43 mil pontos  1999 - pelo Flamengo no Rio de Janeiro

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