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Boa noite! Hoje é Sexta-feira, 17/11/2017

O estilo de Patrícia Pillar

Na vida e na gastronomia ela tem estilo forte e definido.
Sempre linda, ganhou ares de menina, com os cabelos voltando a crescer depois de ter raspado a cabeça no tratamento contra o câncer, que para ela mudou só o acompanhamento médico todo mês. Para mim, agora é vida normal. Apenas presto mais atenção no meu corpo.

Uma estrela engajada, Patrícia Pillar emprestou força, beleza e carisma à campanha do marido, Ciro Gomes, mas fugiu do termo primeira-dama como diabo da cruz. Ficou disso tudo uma admiração enorme, todos são unanime em afirmar que ela se sobressai.
Patrícia Pillar, uma estrela com brilho inédito, atriz de primeiro time, inteligente, carismática, com imagem pública associada às causas sociais em novelas de tevê, suas palavras repercutem como a chancela do politicamente correto.
Patrícia, quando está gravando, procura fazer uma refeição leve, mas, de vez em quando, encara sem problema um sanduíche ou uma pizza.
Comida tem que ser feita com muito carinho, senão fica sem graça, ela afirma.
Patrícia sempre foi precoce. Nasceu de oito meses no Magricela, ossuda, míope, aparelhos nos dentes, pensou em ser psiquiatra, interrompeu o curso de comunicação e desistiu de tudo para ser atriz.
Começou no Teatro Tablado, estréia, na novela Roque Santeiro, em 1985, aos 21 anos.
Como a sem-terra Luana, emocionou o País. As principais características da vida sofrida de uma bóia-fria ela já havia adquirido nos 20 dias que passou ao lado de cortadoras de cana, numa fazenda em Indaiatuba, interior de São Paulo. Faltava apenas o olhar para que finalmente nascesse a mulher solitária e sem rumo que estava prestes a interpretar. Com as fotos grudadas na parede de seu camarim, Patrícia navegou pelo rosto de uma indiazinha, pelo do piloto Ayrton Senna, até que fixou o olhar penetrante e forte de um leão. Estava composta a Luana que fisgou o público
Observava seu modo de andar, com os braços soltos ao longo do corpo, e era realmente igual ao das bóias-frias. Ela estava perfeita", desdobra-se. Antônio Fagundes - "Não me surpreendeu. Patrícia só teve melhor oportunidade de apresentar todo seu talento e charme num papel complexo".
Nas festas, suas entradas são sempre um acontecimento. A cada passo, fileiras de homens babam e outras de mulheres se contorcem de inveja. À medida do possível, contempla a todos com um sorriso de dentes lindos.
Problemas com a balança só enfrentou uma vez. Foi quando filmava no interior de Minas Gerais O monge e a filha do carrasco. "Comia tutu de feijão todos os dias e engordei cinco quilos.
'Engordei um pouco porque o papel permitia. Em seguida, fui filmar o Quatrilho, que pedia uma mulher bem magra e com a cintura marcada. Sob orientação médica, perdi 5 quilos em um mês. Comia três fatias de pão preto por dia, carnes brancas, legumes e frutas.
Perdeu o excesso sem muitos esforços. Em casa procura comer legumes, arroz integral e muita verdura. Mas na rua não dispensa sanduíches gordurosos, com muito bacon e maionese. "Passo pelas várias tendências da gastronomia." Uma vitória e tanto para quem na infância não suportava alimentos sólidos, exceto batata frita e clara de ovo.
Patrícia Pillar, diz que depois dos 30 anos, seu metabolismo mudou bastante.
"Se exagero, sinto logo a diferença. Quando quero perder uns 2 quilos esqueço os doces."
Agora ... nunca a convidem com jiló, rabada e língua no cardápio. Ela não come de jeito nenhum.
Muito caseira Patrícia quando sai, gosto de freqüentar restaurantes japoneses e italianos.
Filha de mãe é baiana e pai carioca, Patrícia não pende para o acarajé ou para feijoada.
"Gosto dos dois, embora tenho sido enjoada para comer durante a adolescência. Nos pratos com ovo, só queria a clara. Cachorro-quente, apenas pão com salsicha, sem molho.
As preferências no dia a dia, o que pede para preparar especialmente para ela é arroz integral, purê de maçã e de abóbora, creme de espinafre, brócolos, vagem. Adoro isso tudo.
Procuro evitar refrigerantes; prefiro mate com limão ou água de coco. Em ocasiões especiais bebo vinho tinto.
O único hábito que leva a sério e o que mais gosta é o de reunir os amigos em casa. Para eles, sempre prepara uma massa, que pode estar acompanhada de molho de salmão, ou de gorgonzola, ou o concorrido molhos de macarrão, à base de alho, tomate, alcaparras, manjericão e azeitonas verdes. "Cozinho legal", admite. .
Sua presença é natural. Nada é construído.
Patrícia se esquiva como pode da mídia, sempre com elegância. Atenta e cúmplice quando na campanha do marido ouvia suas palestras com a atenção da primeira vez.
Tenho 20 anos de carreira e construí uma postura de vida. Fico contente em saber que as pessoas confiam em mim.”
Patrícia parece fazer tudo na vida de forma inteira, sobretudo na profissão.
Todos que convivem com ela só elogiam sua postura na vida e no viver. Os colegas são os primeiros a aplaudi-la.
Eva Wilma, que contracenou com Patrícia no seriado Mulher disse “Ao mesmo tempo que leva seu prestígio ao candidato, ela toma o cuidado de não ofuscá-lo. Faz isso muito bem.
“Sugeri que Patrícia fosse morar algumas semanas com os sem-terra para compor Luana em O rei do gado. Voltou trazendo uma profunda emoção. Não é apenas uma atriz, mas alguém que sempre primou pela reflexão no que faz”, tieta o diretor Luiz Fernando Carvalho.
O ator Marco Nanini, fez com ela o filme Amor e companhia: “Patrícia tem o fôlego de cavar coisas, fora seu talento.” Outro que não economiza elogios é Fábio Barreto, que a dirigiu em O quatrilho, finalista do Oscar em 1996: “Estou pronto a realizar novos projetos de cinema com ela. É uma das melhores atrizes brasileiras.”
Do músico Zé Renato com quem foi casada por dez anos só recebe elogios: “Ela é generosa, uma lição de vida.”
Maria Teresa Goulart é fã de Patrícia. Conhecida como a mais bela primeira-dama da história do País, Maria Teresa diz que a estética de Patrícia seria um colírio para o povo. “Ela não é só uma mulher bonita. Possui uma personalidade fantástica, é alinhada e competente.”
Definitivamente, Chique e simples, esse é o estilo Patrícia Pillar que volta à telinha com o seriado Carga Pesada depois de um ano atribulado.
"Cada papel é como uma paixão. Sinto todos aqueles sintomas, como a ansiedade. Uma das coisas que mais está me dando prazer é falar sobre a amizade."
Surpreende você saber que ela dirige caminhão?
Modéstia à parte, dirijo caminhão muito bem, ela afirma!

Os melhores momentos da carreira:

Nome completo: Patrícia Gadelha Pillar
Nome Artístico: Patrícia Pillar
Aniversário: 11/01
Signo: Capricórnio
Local de Nascimento: Brasília (DF)

Trabalhos na TV:

Atriz
Um anjo caiu do céu - Duda
Mulher - Cris
O rei do gado - Luana
Pátria minha - Ester
Renascer - Eliana
As noivas de Copacabana - Cinara Alves
Salomé - Salomé
Rainha da sucata - Alaíde
Vida nova - Branca
Brega & Chique - Ana Cláudia
Sinhá Moça - Ana do Véu Teixeira
Roque Santeiro - Linda Bastos


No Cinema:
Amor & Cia.
O Menino Maluquinho.
Para Viver um Grande Amor.
Olga Benário.
O Quatrilho, indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro de 1996.
O monge e a filha do carrasco.
Pobre menina rica.

"Prefiro fazer mulheres fortes. Não gosto de fazer a coitadinha, pois é um tipo de personagem que não oferece muito". Caso raro no meio, Patrícia só interpreta os papéis que quer.
Os diretores no comando de seus trabalhos só dizem maravilhas à seu respeito:
Ela é corajosa, perfeita, competente, disciplinada
Para ela, a carreira bem-sucedida significou liberdade. "Eu gosto do homem que abre a porta do carro, tem essas pequenas atenções. Mas acho que a mulher não precisa ser submissa, nem deve depender financeiramente do homem", comenta. Ela diz que, da mesma forma que para outras mulheres que trabalham muito, sua vida é difícil, mas a satisfação profissional é uma conquista. "A mulher precisa desse lado, mas sem deixar de ser feminina",
Vendo essa foto no personagem Salomé e lembrar de sua fulgurante beleza de 1,70 m e 56 quilos, é difícil pensar que Patrícia, por incrível que pareça, era uma menina feiosa, cabeluda e que ficava sempre tomando chá de cadeira nos bailes.
Como numa história de fadas, a patinha feia tornou-se uma mulher muito bonita, articulada e, sempre, sempre inquieta, ansiosa, incapaz de sossegar. Quando lhe perguntam o que mais deseja na vida, responde invariavelmente: "paz". Para emendar, logo em seguida: "mas acho que isso não existe".
"Não gosto de badalação e não vivo o que chamam de vida de estrela. Não vivo numa banheira de espuma".
"Gosto da liberdade, de sair de óculos - ela tem 3,5 graus de miopia -, com o cabelo preso", diz. Míope assumida, Patrícia não usa lentes de contato por pura preguiça. Mesmo motivo de não malhar em academia ou correr. Mas dança e faz uns exercícios de alongamento. "Faço muito pouco para manter a forma", conta. "Não tenho tendência para engordar.
" Em casa, normalmente, ela come pão e arroz integrais, verduras, mas também não recusa um hambúrguer bem lambuzado ou uma pizza. "No dia seguinte, vem a culpa e volto ao que não engorda."

Nada afasta a felicidade de estar sempre junto do namorado que lhe "caiu do céu", o político Ciro Gomes: "Ele é o homem que eu amo"
O presidente do Ibope frisa o comportamento admirável de Ciro quando o câncer se abateu sobre a atriz. Patrícia descobriu a doença e o então candidato a presidência fechou a agenda para ficar a seu lado nas cirurgias além de acompanhá-la nas sessões de quimioterapia e radioterapia.
A dedicação comoveu o público quando Patrícia tornou pública sua batalha. Ou seja, a trajetória de discrição e seriedade da atriz está sendo mantida. “Está na medida certa”, elogiam.
Patrícia Pillar gosta mesmo é de acordar com bem-te-vis cantando na janela de seu apartamento do Jardim Botânico. Ela se levanta, come mamão, sobe para a piscina. Sob o sol do Rio, lê os Poemas Completos de Alberto Caieiro, um dos heterônimos do português Fernando Pessoa: "Sinto-me nascido a cada momento/ Para a eterna novidade do mundo". Se diz mais segura, mais equilibrada, mais feliz. E apaixonadíssima por Ciro Gomes.
"A impressão que me dá é de que conquistei um pouco mais de harmonia", reflete a atriz,.
Antes conhecida pela atitude voraz em relação à vida, conta que aprendeu a dividir seu tempo com equilíbrio. Mais jovem, tinha um jardim mas não tinha tempo para ele, comprava livros e os empilhava num canto. Agora, rega as plantas e lê. "Quero ter mais momentos para compartilhar."
Compartilhar é um bom verbo, muuuito bom, mas é mesmo, afirma Patrícia.
É preciso aproveitar a vida. Aproveitar as pessoas, a companhia delas.
As pessoas às quais se refere são principalmente os pais, os melhores amigos, claro, Ciro Gomes.
Brinca que um dia, declarou publicamente que gostaria de encontrar um homem que sentisse amor por ela mas que, ao mesmo tempo, a deixasse livre. Esse homem hipotético teria de ser sensível, delicado e forte. Disse também, um tanto resignada, que uma pessoa assim não cai do céu.
Sorri feliz e afirma
- E não é que caiu?
Ela gargalha, um riso solto e sem timidez.
"Casamento pode ser chato se você vai se fechando, construindo um mundo solitário. Eu me sinto totalmente de mãos dadas com ele. É o homem que eu amo."
Defensora pública dos direitos e deveres do cidadão - dessas que catam lixo na areia da praia e jogam no cesto -, ela se abre de vez quando o tema é Ciro Gomes, o político e seu amor.

A relação de amor evidente entre o casal emociona. “Ele também é declaradamente apaixonado. Na épocas de campanha o vi começando uma entrevista com uma declaração de amor a ela. Na doença, enfrentou junto.
Serena, madura, linda e feliz Patrícia Pillar termina confessando que somente uma coisa tira seu apetite:
"Ver gente passando fome. Isso me faz um mal enorme".

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